O objetivo não é “fazer mais preventiva”, e sim reduzir risco com prioridade correta. Um plano por criticidade evita que ativos críticos sejam tratados como “mais um split”.
Passo 1) Monte o inventário
- Ambiente (setor, área, uso)
- Equipamento (marca, modelo, capacidade, ano)
- Localização e acesso
- Histórico de falhas e chamados
Passo 2) Classifique por criticidade
Crie uma escala simples (A/B/C) considerando:
- Impacto de parada (produção, pessoas, equipamentos, compliance)
- Redundância (existe backup?)
- Tempo máximo aceitável de indisponibilidade
Passo 3) Defina rotinas e frequência
- Crítico (A): inspeção mais frequente + checklist de itens de falha recorrente
- Importante (B): preventiva regular com foco em performance
- Baixa criticidade (C): preventiva básica e inspeção por sazonalidade
Passo 4) Combine com SLA e indicadores
- Tempo de resposta (por criticidade)
- Tempo de solução
- Disponibilidade
- Chamados corretivos por ativo
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